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26/08/2019 12:21 em Novidades

 

 

 

Faltam menos de 20 dias para a Fórmula 1 começar a temporada de 2020, atrasada em mais de três meses pela pandemia do coronavírus. Haverá muitas diferenças: as corridas não terão torcedores ou mesmo cerimônia do pódio, mas o grande desafio da categoria no momento não tem nada a ver com o retorno às pistas, no primeiro GP dia 5 de julho, na Áustria. Com apenas apenas oito provas marcadas até agora, a F1 sequer sabe quando será possível correr fora da Europa.

Quando a primeira parte do calendário foi anunciada, com provas na Áustria, Hungria, Inglaterra, Espanha, Bélgica e Itália, a ideia era que essa fosse a parte europeia da temporada. Da Itália, a categoria partiria para o que F1 chamou de Eurásia, começando pelo Azerbaijão e Rússia.

Agora, o diretor técnico na F1, Ross Brawn, já admite que pode não ser possível sair da Europa tão cedo. "As coisas estão mudando rapidamente, mas ainda temos tempo", disse Brawn, referindo-se ao fato que a categoria pretende divulgar seu calendário até a estreia. "Temos várias opções diferentes e estamos muito confiantes de que teremos uma boa segunda metade da temporada. Há um plano de contingência de ter de estender a temporada europeia com uma ou duas outras corridas se necessário. Acho que o final da temporada será no Bahrein e em Abu Dhabi pelo que posso ver no momento. Isso já nos dá 10 [contando apenas as provas do Oriente Médio e as oito anunciadas até o momento]. Vamos ver se encontramos cinco ou seis corridas boas para colocar no meio."

 
 
 
 
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